Agora já não tenho armas pra atacar, já não tenho forças pra resistir; já não tenho coração pra correr atrás. Tuas palavras entraram em mim como torpedos que destruíram cada partícula de esperança dentro da minha alma, tua decisão mexeu comigo, mexeu contigo; acabou conosco.
É difícil aceitar o fato de te perder de vez, até porque és meu primeiro grande amor; a primeira namorada e nunca vais deixar de ser. Te tenho dentro de mim, querendo ou não. Tu me tens dentro de ti... querendo ou não. Até quando vamos ficar nesse orgulho? Não sei. Será que ainda vamos reatar outra vez? Não sei. Só sei que sempre vais me carregar contigo e eu, idem.
Tens razão, te magoei. Tive razão, não colaboraste. Perdeste a razão, procuro a minha. Não temos razão, mesmo tendo. Se pudéssemos apagar essa parte, apagaríamos. Mas as coisas nem sempre são fáceis, são duras; desafiadoras.
Entretanto, vou ser breve dessa vez; mas quero tocar teu coração: pensa se vais encontrar alguém que seja do jeito que fui contigo. Eu errei, assumo; mas voltei pra pedir perdão de cabeça erguida. Quando estávamos juntos, lutei por nós; não te abandonei. Pode ser que teus próximos "amores" não errem do jeito que eu errei; mas é bem mais provável que não te amem como te amei. O Primeiro Grande Amor é assim, único.
Não queria, exatamente, ouvir o que gostaria; queria apenas que tu pensasses a respeito e eu te entenderia. O que eu não queria é que não fosses sincera ao dizer o que disseste. Foste fria, mas não conseguiste me olhar nos olhos; foste direta, mas não conseguiste inibir a tua voz trêmula; foste decidida, mas talvez não fosse a hora certa pra tomar essa decisão; e por fim, foste corajosa, mas essa coragem valeu (dessa vez)?
Pensa nisso, não vou seguir mais teus passos; vou respeitar tua decisão, tuas razões; mas será que tu respeitas teu sentimento? Não aquele mascarado, mas aquele que tu proclamavas olhando nos meus olhos, com tua doce voz, sabendo o que aquilo era que querias e tendo a coragem de falar pra mim.
Somos unidos pelo mesmo sentimento, mas a estrada se dividiu em duas; tomemos nossos rumos ou deixemos que eles nos tomem.
- A. Pacheco.
É difícil aceitar o fato de te perder de vez, até porque és meu primeiro grande amor; a primeira namorada e nunca vais deixar de ser. Te tenho dentro de mim, querendo ou não. Tu me tens dentro de ti... querendo ou não. Até quando vamos ficar nesse orgulho? Não sei. Será que ainda vamos reatar outra vez? Não sei. Só sei que sempre vais me carregar contigo e eu, idem.
Tens razão, te magoei. Tive razão, não colaboraste. Perdeste a razão, procuro a minha. Não temos razão, mesmo tendo. Se pudéssemos apagar essa parte, apagaríamos. Mas as coisas nem sempre são fáceis, são duras; desafiadoras.
Entretanto, vou ser breve dessa vez; mas quero tocar teu coração: pensa se vais encontrar alguém que seja do jeito que fui contigo. Eu errei, assumo; mas voltei pra pedir perdão de cabeça erguida. Quando estávamos juntos, lutei por nós; não te abandonei. Pode ser que teus próximos "amores" não errem do jeito que eu errei; mas é bem mais provável que não te amem como te amei. O Primeiro Grande Amor é assim, único.
Não queria, exatamente, ouvir o que gostaria; queria apenas que tu pensasses a respeito e eu te entenderia. O que eu não queria é que não fosses sincera ao dizer o que disseste. Foste fria, mas não conseguiste me olhar nos olhos; foste direta, mas não conseguiste inibir a tua voz trêmula; foste decidida, mas talvez não fosse a hora certa pra tomar essa decisão; e por fim, foste corajosa, mas essa coragem valeu (dessa vez)?
Pensa nisso, não vou seguir mais teus passos; vou respeitar tua decisão, tuas razões; mas será que tu respeitas teu sentimento? Não aquele mascarado, mas aquele que tu proclamavas olhando nos meus olhos, com tua doce voz, sabendo o que aquilo era que querias e tendo a coragem de falar pra mim.
Somos unidos pelo mesmo sentimento, mas a estrada se dividiu em duas; tomemos nossos rumos ou deixemos que eles nos tomem.
- A. Pacheco.
